Filmes VI, VII e fucking VIII
Because I am still alive and kickin’, bitches.
Tem alguns outros filmes que lamentavelmente não pude comentar aqui ainda. O pensamento de ir dormir e deixá-los até que ficassem esquecidos não me permitira dormir, então cá estou.
- VI – Dogville
Faz muito, mas muito tempo que assisti a esta verdadeira obra prima, gostaria de desenvolver uma crítica maior sobre ela, mas não me sinto suficientemente intelectual para fazê-lo de forma que o mereça, portanto contentai com algo simplório.
Nunca fui fã da Nicole Kidman, nem pensei que eu fosse me tornar, me recordo de ter assitido a um filme do estilo ~musical~ com ela e daquele ponto obtive uma aversão a esta atriz.
Não faz mais diferença, não tenho mais a coragem para criticá-la após lhe ter visto na Vila dos Cachorros… ou vira-latas, como quiseres. E bem, a sinopse… é a vida. Eu, tu, nós, vós e principalmente eles. Fico nisto.
- VII – Manderlay
Este aqui consegui em virtude do meu professor de literatura, antes não sabia que havia uma continuação para o filme anteriormente comentado. Pois bem, assisti. É um bom filme, não tão bom quanto aquele, para ser sincero bem longe de ser tão bom, mas a “trilogia” tem moral por causa dos cachorros e não ousaria descartar os novos por ter visto o antigo.
Uma loira na primeira, uma ruiva na segunda, pondero sobre a cor do cabelo da terceira. Dela, da Grayce. Que guria temperamental.
Assista a este, porém somente se viste aquele. Este – a meu ver – se faz desnecessário, contudo não é inútil de forma alguma.
- VIII – Au Revoir Les Enfants.
Este foi o último que conferi, só o fiz por que vi o pôster na página do TeleCine Cult no Fuckbook.
Valeu a pena, digo-vos. É um filme leve, um filme mortal. Amigos de infância e…. bem, melhor não comentar.
É melhor que o anterior, mas não que o seu anterior. E como eu senti a última fala deste aqui, corroeu-me por dentro, não gosto muito de lembrar, pois aquela última fala me remeteu a algo em minha vida, algo que já me aconteceu algumas vezes, de forma trágica e vezes não. Eu sou um perturbado, ainda mais no meu fevereiro de 2011.
Très bien. Por agora é [muito] só.
Filmes V
Monsieur Lazher… Assisti durante a semana.
Não estou afim de papo, o filme também não colaborou em me deixar pensar demais. Além do mais, só gostaria de acrescentar que o solo de piano dos créditos (tema “musical”) é fascinante.
C’est simple et très intèressant!
Marcas…
Me acostumei de uma forma a este blogue que estranhei a minha despresença aqui, portanto resolvi compartilhar esta sutil descoberta que fez uma baita diferença.
Sou descendente de tanta coisa que não creio mais ter uma identidade, logo brasileiro. Tenho bisavó russa, bisavô espanhol, bisavó índia nativa brasileira, bisavô alemão e por último – e maior quantidade – um bisavô e bisavó italianos, sendo que desconheço a origem dos pais de uma avó minha, todavia sei que ela branca “pura” (sem querer remeter a termos preconceituosos) portuguesa.
Logo sou resultado de uma suruba. Enfim…
Mais marcante em mim, sempre considerei a descendência italiana, visto que as outras, com exceção da russa, se perderam. Digo isto porque português eu já falo (considerando como herança, o idioma), da língua alemã só sei que é ótima para xingamentos, a língua da minha bisavó índia sequer sei o nome, porém meu avô falava o tal do italiano (mais precisamente o vêneto, proveniente do norte da Itália) e a minha avó até hoje compreende o italiano (devido meu avô), o russo de sua mãe e o espanhol de seu pai. Todavia por aqueles terem morrido jovens, e pela falta de prática, ela já perdeu o dom de falar aqueles idiomas. Triste, muito triste.
Seguindo em frente, meu avô “italiano” morreu antes que pudesse me ensinar a sua língua nativa (sim, ele aprendeu o italiano antes do português) e a minha avó, pelos motivos já citados, não há de me ensinar.
Enfim, explico-vos agora algo muito interessante, um fato que mostra que embora muitas tradições já jazem perdidas, algo delas ainda resta em mim. E como isto é bonito, extremamente saudoso, de uma forma que me encanta.
A minha família sempre fora de zona rural, tendo sido eu e primos de minha geração os primeiros seres urbanos, uns enraizados outros – como eu – não necessariamente. Desde que existo, e conseguentemente falo, sempre proferi a sentença “eu perdo”. A grande maioria acha o “erro” um absurdo e já fui em diversas ocasiões corrigido, pois o correto seria o “eu perco”.
Nunca dei muita bola do porquê de eu dizer desta forma, pois minha família sempre proferiu assim a sentença. Por ignorância, eu imagino, a ignorância que encontrou espaço para viver em mim, visto que, mesmo após corrigido, sempre continuei no perdo e nunca sai dele, por desleixo ou por algo que já era intrínseco em meu âmago.
Agora que sou letrando, e já muito experimentado com idioma lusitano, veio-me a indagação a cerca de que buraco saiu este “perdo”. Ingenuamente, fiz a descoberta na manhã deste dia 11 de maio.
O “perder” do italiano “perdere” e doravante na primeira pessoa do singular daquele “eu perco” e neste “io perdo“.
Sem palavras, naquele instante – como neste – daquela manhã, um sorriso se estampou naquele rosto decadente, e também agora, neste momento que morre aqui.
To the Moon (and so on)
Que madrugada agradável. Uma do tipo que há muito eu não sentia.
Passei por ela jogando “To the Moon“. O jogo é formidável. Ao menos para os meus padrões.
Ele não depende de muitas coisas para entregar uma história no mínimo tocante e um pouco mais além disto.

I’m an actress, because I’ve been doing it all my life.
Not only on-stage, but off-stage and at practically every moment.
I’ve gotten good at it, because acting is the only option I have.
It’s the only way for me to be ‘normal’.
I don’t know if it was by choice or by limit, whether bravery or cowardice.
There are days when I just can’t stand faking it anymore.
And then, I realize that it’s too late.
The one that people know of is all an act,
and the real me has long become a stranger.
Filmes IV
O rolo da vez foi o que eu deveria ter assistido antes de ter comentado sobre o filme anterior.
Pois bem, Natural Born Killers me surpreendeu. Como um filme do Tarantino, pensei que fosse ser outra comédia. Creio que até dá para achar graça no primeiro ato, porém depois ele acaba por ficar mais estranho. Um estranho que eu talvez conheça. Mas aí ele fala de amor. Fala que o amor salva. Não creio, não reconheço.
Vale a pena ser assistido. Bebera na controversa e até hoje continua.
Por hoje é só, mas tarde venho a comentar sobre erros.
Filmes III: A Saga
Muitos filmes para falar. Muitos mesmo. Ando assistindo variados. Sabes né, neguinho tem que ter uma boa coleção de filmes assistidos.
Agora estou começando a filmografia do Quentin Tarantino. O primeiro que assisti foi “Cães de Aluguel” (Reservoir Dogs – 1992). Eu deveria ter assistido os verdadeiros dois primeiros do cineasta, os quais ele vendeu o seus roteiros, pois não possuia a grana para sobreviver. De toda e qualquer forma falhei e assisti ao que eu já comentara.
Este diretor faz boas comédias. Leva-se um tempo para compreendê-las ou algum senso de algo que prefiro abster de vos dizer.
O filme é basicamente uma comédia entre não heteros e uma galere formidável. Não sei se fui afetado pelo “cinema cult” ou o quê, mas realmente me parece que já tivemos atores melhores, ou pelo menos muito acima da média. Ainda que, possivelmente, a culpa por atuações ruins não seja dos atores, mas de seus cineastas/diretos e simpatizantes que ficam por dar cabo e corrigí-los para que eles gerem atuações pomposas. Evidentemente (e como eu uso esta palavra) também é impossível fazer de água, vinho sem os recursos necessários.
Enfim, gostei.
Caso não conheças a obra do autor, por favor, não sejas bobo e começa pelo começo.
Vazo para a minha aula de chinês. E vocês cuidem dos vossos cachorros.
Realmente…
Não tem muito o que fazer. A decadência está em toda parte, enquanto eu fico cansado dela e ela de mim.
De qualquer forma, por incrível que pareça, ainda não me adaptei bem à nova vida, mas está sendo razoalvelmente interessante.
Conhecer novas culturas é sempre bom, independentemente de gostares ou não delas. Apesar das minhas ideologias e os meus manifestos quanto aos seus respeitos, sempre tive uma mente razoavelmente aberta. Infelizmente, as pessoas acreditam que “ter cabeça aberta” é ser obrigado a absorver seja lá o que for, deixando de lado as suas opiniões. Evidentemente nada disso confere.
A par das obviosidades deste pousti creio que estou me tornando mais e mais tolerante. O que é ruim, pois se eu já não me importava antes é como se eu estivesse me tornando mais do que rotulam “insensível”.
Quero deixar claro que este último não se aplica, pois toda verdade dita é geralmente tida como hostilidade e todo aquele mimimi. O que é uma pena, mas ei, esta é a sociedade em que eu vivo, apesar de que quem é daqui geralmente costuma ser menos fresco – e por esta postura serem zombados como heterossexuais e semelhantes – o que faz quem vêm de outras partes do Brasil achar o povo daqui mais “rústico”.
Dito isto, este local está perdendo os seus nuances, tornando-se mais homogênio com o restante do país, e isto é verdadeiramente triste. Ao menos para os “antigos” daqui.
Perdido [Eternamente...]
Bah, já estou acostumado com meus próprios dramas que de dramáticos não têm nada, mas confesso que estas indecisões me perturbam demais às vezes.
Não sei se fico nas Letras e faço carreira na área, termino o curso todavia sigo em busca da Diplomacia, ou se reopto pelas Relações Internacionais. Na real é sabido que eu não quero nada com nada, mas bah esses tipos de indecisões… não me deixam de todo preocupado, mas não consigo abandonar esta sensação de insegurança quanto ao futuro.
Engraçado, não é? Em fevereiro eu não estava preocupado em nada com o futuro, visto que já tinha meio que decidido que a minha vida já tinha dado o que era para dar.
Enfim, acho que termino Letras e vou para Quebec. Me viro lá. Morro lá.
Who knows… Guess I cannot help on planning anything.
No meio termo…
Desnecessário dizer que a letra não combina em absolutamente nada comigo. Oh, well…
Filmes II: Shame
Uau, eu sou foda, assisti mais um filme. Deve ter sido o 4º ou 5º do ano, o que parece ser pouco, mas foi mais do que no ano passado inteiro. Creio. Não tenho certeza. Para variar…
Pois bem, queriiiduxos(as) cujas almas perdidas cruzam este pequeno beco das interwebs; a vergonha está à solta!
Shame, filme que já havia me manifestado interesse há um bom, bom tempo, fora finalmente assistido. Obviamente ele não decepcionou, pois coisas que chamam à minha atenção geralmente valem a pena. *Arrogância ao lado*
A história cerca um homem e o mais intenso dos pecados humanos, o tal do vício! É claro que existem vários tipos destes, mas este não é um retrato com o qual vós estais acostumados a ver, mas confiro-vos que é outrem que faz jus ao seus poucos menos de 120 minutos.
Um segredinho da minha parte… a cena do restaurante foi o ponto alto da obra.
- Especially nowadays, I mean, it’s… I don’t see the point…
- In relationships?
- It doesn’t seem realistic.
(…)
- Well, then, you know, why are we here? If we don’t matter to one another? Why are you here?
(…)
- The food is suppose to be great!
( ゚∀゚)アハハ八八ノヽノヽノヽノ \ / \/ \ \ /\ / \
Filmes.
Estreio um novo quadro para uma plateia que não tem ninguém.
Assisti um filme muy interessante há alguns dias atrás, seu nome, 500 Days with Summer. Eu não gosto de romances, comédias-românticas e simpatizantes, mas este não é nada disto.
Estrelado pelos intensos olhos azuis de uma atriz cujo nome não sei pronunciar, seu personagem se assemelha bastante comigo. Sabe se divertir, não quer se estressar. Se quiser, é claro. O personagem principal no entanto é uma pessoa comum.
Recomendo este filme. Se tu estás perdido, procura assistí-lo. Para mim valeu a pena.















